A Coruja Literária

Olá, corujas!

Aqui estou eu com mais uma resenha dessa saga que eu adoro, desse gênero que eu amo. Rizzoli e Isles estão de volta, minha gente, e mais unidas do que nunca.


Nome: O Dominador (#3)
Autora: Tess Gerritsen
Número de Páginas: 370
Série: O Cirurgião
Editora: Record
Estrelas: ★★★★★
Sinopse: Tess Gerritsen está de volta em mais um suspense de arrepiar, após o estrondoso sucesso de O cirurgião e O dominador. Jane Rizzoli se une à médica Maura Isles, na pista mortal de um crime aterrador. Os corpos de duas freiras, vítimas de violência brutal, são encontrados dentro dos muros sagrados de um convento. Após a autópsia descobre-se que uma das freiras mortas dera à luz antes de ser assassinada. À medida que segredos há muito esquecidos vêm à tona, uma descoberta sobre a identidade do assassino revela-se perturbadora.
● ● ●
A detetive Rizzoli e a Dra. Isles estão juntas novamente para resolver outro crime, desta vez cometido dentro das paredes de um convento. Quando Jane e Maura se deparam com a morte de Camille, uma bela jovem que resolveu trilhar caminhos santos, e irmã Úrsula, uma bondosa senhora, elas se perguntam que tipo de monstro terá tido a coragem de assassinar duas freiras a sangue frio dentro de seu lar. O que leva alguém a matar freiras? No entanto, apenas Camille morreu, a irmã Úrsula ainda está viva e desacordada no hospital, a esperança da polícia é que ela acorde logo e possa dar pistas do que houve nesse crime aparentemente sem explicação.

Enquanto Maura participa do caso, seu ex-marido, Victor, reaparece após três anos querendo outra chance, isso desestabiliza a Rainha dos Mortos, Maura ainda tem sentimentos por Vitor mas ela teme que, como da última vez, ele a machuque. Entrementes, outro caso surge para Maura, uma mulher aparece em um restaurante abandonado, morta sem mãos, pés e sem a pele do rosto. Uma vítima impossível de identificar, aparentemente uma imigrante. Logo aparece Gabriel Dean, agente do FBI com quem Rizzoli trabalhou e teve um caso durante a caça do Dominador, ele tem informações interessantes sobre o caso da mulher, a quem Maura nomeou Jane Doe. O agente Dean trouxe um arquivo de Roward Redfield, um ex-executivo morto pela mesma arma que matou a Jane Doe de Maura.

A Dra. Isles não é a única com problemas pessoais. Recentemente Rizzoli descobriu que estava grávida de Dean e ela não sabe o que fazer. A detetive não tem certeza de que quer ou que consegue ser mãe, e ela não está pronta para dar a notícia a Dean, Jane não está certa sobre o que sente por ele e  tem medo de como ele reagiria a isso. Maura foi a única para quem Jane confessou a gravidez, ela não estava preparada para a repentina aparição de Dean.

Quanto mais a investigação avança mais os casos parecem estar interligados, os detetives só precisam descobrir depressa pois a irmã Úrsula pode correr perigo. Até mesmo Victor, ex-marido de Maura, parece ter motivos ocultos para ter vindo parar em Boston justo agora.

Posso abrir o tórax de alguém e esvaziá-lo do seu conteúdo. Posso cortar tiras de pulmão e, através do microscópio, diagnosticar um cancro, uma tuberculose ou um enfisema. Mas os segredos que um coração humano encerra não estão ao alcance do meu bisturi.

Que livro! Como sempre Tess Gerritsen arrasando nas descrições minuciosas e sanguinárias. E esse livro teve bem mais termos técnicos que eu não entendi nada. Achei legal que nesse terceiro livro além da parte policial a autora focou na vida pessoal dos personagens. Gente! Nunca esperei que a Rizzoli ficasse grávida, ela é durona, meio macho, não consigo imaginar ela sendo mãe. Mas vou aguardar o desenrolar dos próximos capítulos dessa história. História bem construída como nós anteriores, o fim foi foi aquele clássico da autora, cheio de adrenalina, tudo acontecendo de uma vez. E ainda teve uma espécie de prólogo passados três meses, só pra deixar nós leitores felizinhos (eu amei).

Não é preciso morrer para ir para o inferno.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Olá, corujas!

Depois de me entediar com romances água com açúcar e livros comuns, me convencer que os livros da Tess são muito caros e que eu não os encontraria em promoção tão cedo e de desistir de comprá-los eu, finalmente, li a continuação de O Cirurgião, um dos meus livros favoritos da vida. O Cirurgião foi o primeiro livro que eu resenhei na minha vida, esses dias estava até atualizando a resenha e hoje trouxe a de O Dominador, o segundo livro da série Rizzoli & Isles (que também é série de TV e que eu preciso loucamente assistir).

Resultado de imagem para tess gerritsen o dominadorNome: O Dominador
Autora: Tess Guerritsen
Número de Páginas: 400
Editora: Record
Estrelas: ★★★★★ +♥
Sinopse: Aqui não existem estereótipos. Jane Rizzoli é durona, mas também humana; e seu nêmesis, Warren Hoyt, é genuinamente perverso, sem nenhuma sombra de culpa ou remorso por seus crimes. Ainda mais perturbador e eletrizante, O Dominador continua a trama do romance anterior. Um pouco depois de levar "O cirurgião" para trás das grades, Jane Rizzoli, ainda amedrontada e com cicatrizes, se vê diante de um maníaco que parece reproduzir as assustadoras atrocidades de Warren.













Quando Jane Rizzoli segue o endereço que o detetive Korsak lhe passou, ela chega a uma cena criminal e a última coisa que ela espera encontrar lá é a assinatura de Warren Hoyt. É ele e, ao mesmo tempo, não é ele. O perfil do assassinato é diferente, porém a assinatura do Cirurgião está lá. Dessa vez o assassino atacou um casal. A esposa se encontra desaparecida, o marido, no sofá amarrado, morto com um corte na garganta. O golpe de misericórdia. Mas por quê? Como pode ser Warren?  Foi Rizzoli mesma quem o colocou detrás das grades e, que ela saiba, é lá onde ele se encontra nesse exato momento. Porém é inegável que a camisola dobrada na penteadeira seja a assinatura de Warren. Rizzoli sabe melhor do que ninguém.

É o aprendiz do Cirurgião. A ideia de que Hoyt possa ter se tornado um mestre, alguém a quem uma pessoa possa querer seguir arrepia Rizzoli. Um agente do FBI surge na investigação, Gabriel Dean. Por quê? Isso nunca aconteceu, o FBI nunca se intrometeu em uma investigação de Jane antes. O que torna essa especial? Jane sabe que está perdendo algum detalhe, tem algo muito importante que o agente Gabriel Dean não quer contar e isso enfurece Rizzoli. 

Warren Hoyt foge, para desespero de Rizzoli. Outro assassinato acontece. Dessa vez Cirurgião e Dominador agiram juntos e isso tira o sono de Jane. Se apenas o Cirurgião já era perigoso, o que ele não fará agora que tem um aliado, seu aprendiz?! Ele vem atrás de Rizzoli. Ela sabe disso. Rizzoli e Hoyt estão ligados para sempre, de uma maneira terrível e irremediável. De uma maneira que Rizzoli nunca gostaria de estar ligada a ninguém, muito menos a Warren Hoyt.
Rizzoli odiou-o naquele momento, porque ele expressara uma verdade da qual ela queria fugir. Dean frisara exatamente aquilo que ela não tinha coragem de reconhecer: que ela e Warren Hoyt estariam ligados para sempre um ao outro. Que medo e ódio eram emoções mais poderosas do que o amor.

Jane agora é meio paranoica e amedrontada, ela está mais sensível, apesar de não permitir que ninguém perceba. Em o Cirurgião eu não tinha conseguido me conectar muito bem com nenhum personagem. Isso mudou em O Dominador, Rizzoli está mais aberta, mais humana, mais mulher. Ela até acaba se pegando com o Sr. Dean FBI Muito Gato haha. Ele aparece lá, todo misterioso e intocável e Jane logo odeia ele, mais pelo que ele representa do que por ser ele. Ela fica com raiva por ele estar escondendo o jogo, mas no final eles acabam ficando próximos (tão próximos que ficam até sem roupa...). Acho que de todos os personagens dos dois livros Gabriel Dean é o que mais consegue se aproximar da verdadeira Jane Rizzoli, vê-la em sua vulnerabilidade. Quero encontrá-lo em outros livros.
O pior dano não era físico. O que ela havia perdido, naquele porão sombrio no verão passado, fora a crença em sua invencibilidade. Sua autoconfiança. Warren Hoyt ensinara a Rizzoli o quanto ela era realmente vulnerável.
Nós finalmente conhecemos a Dra. Isles, ela é médica legista. Gótica, trevosa, Rainha dos Mortos (como todo mundo a chama), viúva negra. Pela descrição que temos dela é isso que se conclui e eu amei ela (só por ser toda trevosa assim já me conquistou, sinto que seremos grandes amigas haha). As cenas no necrotério são super detalhadas, como no livro anterior. Acho que a autora deve adorar essas cenas porque elas são super ricas em detalhes, é o ponto alto da descrição. Já até começo a imaginar que isso é uma característica da escrita da autora.

A trama foi muito bem escrita. Fiquei me perguntando como seria dessa vez. Se a autora cairia na mesmice e novamente Jane iria atrás de Hoyt e ele a capturaria. Fui surpreendida, a coisa foi complexa. Eles não chegaram nem perto, a identidade do Dominador foi muito bem guardada, nem no final eles descobrem o nome do indivíduo. E o desfecho é perfeito. Como sempre, os pontos de vista são alternados entre Jane e Hoyt e o final fica com Hoyt... caramba... esse final me deixou curiosa. Será que temos uma assassina a caminho?! O próximo é O Pecador e eu estou ansiosa para ver o que a mente perturbada de Warren Hoyt aprontará agora. Livro maravilhoso, super recomendo.
Ela quer saber o que eu sei. Ela quer caminhar no meu mundo. Ela finalmente está preparada para a jornada. É hora de convidá-la a entrar.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Olá, corujas

A resenha de hoje é sobre um livro de suspense maravilhoso. O Cirurgião é o primeiro livro dos onze que compõem a série Rizzoli & Isles, que originou a série de TV homônima produzida pela TNT.

Nome: O Cirurgião
Autora: Nome da Autora
Número de Páginas: 386
Editora: Record
Estrelas: * * * * * (5 de 5)
Sinopse: Tess Gerritsen, neste livro assustador, narra o rastro de sangue deixado por um assassino cruel. O agressor entra na casa de suas vítimas na calada da noite e segue até o quarto delas. Mergulhadas em sono profundo, as mulheres ignoram que irão acordar para um terrível pesadelo... A precisão com que ele investe contra as mulheres, somada à crueldade de agressão - útero das vítimas é arrancado -, sugere que o responsável pelas atrocidades seja um médico psicopata. Os jornais de Boston passam então a chamá-lo de "O Cirurgião". Em um livro de tirar o fôlego e com descrições minuciosas, a autora nos apresenta a um rico universo de personagens, ao criar um romance de suspense e profundidade inéditos.



Uma série de assassinatos brutais começa a acontecer em Boston, um assassino misterioso, meticuloso e muito cruel surge. Seus crimes são perfeitamente calculados e cometidos quase com perfeição total. Todas as vitimas são mulheres, mortas sempre do mesmo jeito: amarradas a suas camas com silver tape, ainda vivas elas tem seu útero retirado e sofrem o golpe final: um corte na garganta. Os assassinatos tem um estilo muito semelhante aos dos cometidos por um homem chamado Andrew Capra. Mas não é possível que seja Andrew, afinal ele foi morto dois anos atrás, em Savannah, por uma de suas vítimas, Catherine Cordell, a única sobrevivente. Hoje, Catherine é uma respeitada cirurgiã, mas por trás da fachada que o mundo vê ela é uma mulher ferida e atormentada.
Aonde vamos depende do que nós conhecemos e o que nós conhecemos depende de aonde vamos
Jane Rizzoli e Thomas Moore os detetives responsáveis pelo caso, eles precisam achar um padrão. O que essas mulheres tem em comum? A tarefa da polícia é extremamente difícil, pois o assassino parece se mover de forma  invisível, entrando e saindo da casa das vítimas sem ser visto, a única pista deixada: um fio de cabelo. 

Os detetives iniciam a investigação por Catherine Cordell. A médica que aos poucos conseguia retomar a sua vida é forçada a reviver aquelas terríveis lembranças. Quanto mais o caso avança maiores se tornam as suspeitas dos detetives de que o tempo todo o alvo final do Cirurgião, como o assassino passa a ser chamado, pode ser Catherine Cordell. Rizzoli e Moore precisam agir depressa, ambos tem seus próprios motivos para querer a captura do Cirurgião. Ele precisa proteger a mulher por quem se apaixonou, ela precisa provar que é boa o suficiente. 
A beleza verdadeira é espontânea e irrepreensível.
Uma coisa que me impressionou/chocou nesse livro foi a forma detalhada como a autora descrevia as autópsias e as cenas de assassinato. Se você é sanguinário, achou o livro certo, meu caro. A descrição é tão detalhada que eu até me perdi em meio a tantos nomes de partes do corpo. Só fui entender como a autora era capaz de fazer isso depois de descobri que ela havia sido médica.  Nunca tinha lido nada assim, nem O Silêncio dos Inocentes, que faz parte da trilogia Hannibal, é assim. No começo foi um pouco repugnante, depois acabei me acostumando e amando o livro.

Uma coisa que eu reparei de imediato é que o livro é narrado por um narrador observador. Estou tão acostumada a livros na primeira pessoa que senti de imediato a diferença. Gostei de variar um pouco.


No decorrer do livro o detetive Moore e Catherine Cordell acabam tendo certo envolvimento. Ele não se relacionava com ninguém por causa da esposa falecida e ela tinha um passado que não gostava de compartilhar. Juntos eles derrubam as barreiras que os impedem de ter relacionamentos. A detetive Jane Rizzoli não é nem um pouco a favor desse envolvimento, ela sente inveja deles por ser uma pessoa solitária. O livro não foca no romance do detetive e eu achei que isso não atrapalhou em nada, pelo contrário.
A emoção mais íntima que duas pessoas podem compartilhar não é amor nem desejo, mas dor.
Teve um certo ponto do livro em que eu  achei que todo mundo era suspeito e no final acabou não sendo ninguém que eu houvesse desconfiado. A trama foi muito bem escrita, eu não passei nem perto de descobrir. Ah! Sobre o assassino: ele é um maníaco, doente. E ele tem uma fixação pela Jane Rizzoli... Acho que temos um problema aqui que vai render hein. Assassinos geniais com fixação por alguém não são detidos facilmente.

Esse é aquele tipo de livro que te deixa com friozinho na barriga e morrendo de ansiedade. Achei bem legal que no epílogo nós finalmente descobrimos o que realmente aconteceu no dia em que Andrew Capra violentou e tentou matar Catherine. Pretendo ler todos os outros livros dessa série, já amo. Entrou para a lista de favoritos, super recomendo. Leiam, leiam! É MUITO bom. Merece mais que cinco estrelas.


Por: Andrezza Rufino


Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Older Posts

Quem somos?



Duas garotas de exatas apaixonadas por literatura, amigas com um vício pela leitura e uma paixão por viajar, mesmo que dentro de um livro. Em um belo dia resolvemos dividir com o mundo um pouquinho de tudo isso e assim surgiu A Coruja Literária. Sejam bem-vindos! Esperamos que gostem e que voltem sempre. Posts novos toda terça e sexta às 8:30.


Por Andrezza & Yasmim

Mais Acessados

  • Coleção As Grandes Ideias De Todos Os Tempos
    Olá, corujas! Vocês já devem ter visto algum dos livros dessa coleção que está sendo lançada pela Globo Livros. Gente, o primeiro que eu ...
  • Os Intermináveis Livros da Christine Feehan
    Olá, corujas!  Desculpem o atraso. Fiquei de postar essa lista no mês passado mas estava em provas nafaculdade então me enrolei. A nossa ...
  • Os livros da Marina Carvalho
    Olá, corujas! A autora desse mês é a linda da Marina Carvalho. Conheci os livros da Marina através da minha parceira de blog, ela leu Sim...
  • Livros sobre Reis, Rainhas, Príncipes e Princesas
    Olá, Corujas!  Hoje trouxemos para vocês cinco livros sobre contos de fadas... nem tanto assim. Como dizem por ai não julgue o liv...
  • Resenha de Filme - Beijar e Chorar (2017)
    Olá, Corujas! Sei que não é muito costume aqui trazer resenha de filmes que não sejam adaptações literárias mas assisti esse filme no fim ...

Instagram

Postagem em destaque

Resenha: O Lado Feio do Amor, Collen Hoover

Olá, corujas! O Lado Feio do Amor é um livro que está na minha estante há um tempo, pedindo pra ser lido, fazia tempo que eu não lia um r...

Blog Archive

  • ▼  2019 (7)
    • ▼  fevereiro 2019 (6)
      • Resenha: A Guerra dos Tronos, George R R
      • Resenha: A Queda do Reino, A J Alcântara
      • Resenha: Em Seu Lugar Nas Mãos Do Sheik, Rummer
      • Erga-se, vermelha como a aurora: Quotes A Rainha V...
      • Resenha: Espada de Vidro, Victoria Aveyard
      • Resenha: A Rainha Vermelha, Victoria Aveyard
    • ►  janeiro 2019 (1)
  • ►  2018 (40)
    • ►  setembro 2018 (4)
    • ►  maio 2018 (3)
    • ►  abril 2018 (8)
    • ►  março 2018 (9)
    • ►  fevereiro 2018 (8)
    • ►  janeiro 2018 (8)
  • ►  2017 (87)
    • ►  dezembro 2017 (9)
    • ►  novembro 2017 (8)
    • ►  outubro 2017 (9)
    • ►  setembro 2017 (8)
    • ►  agosto 2017 (6)
    • ►  julho 2017 (2)
    • ►  junho 2017 (7)
    • ►  maio 2017 (5)
    • ►  abril 2017 (9)
    • ►  março 2017 (11)
    • ►  fevereiro 2017 (6)
    • ►  janeiro 2017 (7)
  • ►  2016 (132)
    • ►  dezembro 2016 (8)
    • ►  novembro 2016 (6)
    • ►  outubro 2016 (10)
    • ►  setembro 2016 (18)
    • ►  agosto 2016 (18)
    • ►  julho 2016 (12)
    • ►  junho 2016 (14)
    • ►  maio 2016 (9)
    • ►  abril 2016 (9)
    • ►  março 2016 (14)
    • ►  fevereiro 2016 (7)
    • ►  janeiro 2016 (7)
  • ►  2015 (25)
    • ►  dezembro 2015 (8)
    • ►  novembro 2015 (7)
    • ►  outubro 2015 (5)
    • ►  setembro 2015 (5)

Visualizações

Created with by ThemeXpose